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Que comece o mês do Halloween!

É só dar meia-noite e entrar no mês de outubro que minha alma toda se transfigura para o humor do Halloween. Já começo a pensar em quais livros vou ler, filmes para assistir, uma festinha para montar na cozinha de casa com o clima da data. Mas desta vez a preparação começou mais cedo.

Acho que na sede de me entreter nessa quarentena que nunca acaba, e nesse lugar confuso em que o próprio Brasil já é resultado de um roteiro de terror, eu retomo o Halloween mais pelo seu sentido celebrativo da infância. Lidar com o medo e o infamiliar como parte da vida, e como muita criança, ter esse fascínio dos docinhos e das travessuras.

Por isso esse post é mais para avisar que teremos aqui resenhas de alguns livros que podem ser lidos durante o mês de outubro e em outras épocas também, além de séries. Teremos texto sobre A maldição da mansão Bly e a relação com tempo e memória; as comparações entre A volta do parafuso, clássico de Henry James, e o belíssimo filme Os Inocentes, de 1961.

Vai ter o decadentismo do século XIX em O Grande Deus Pã. E, por fim, resenhas de histórias um pouco mais macabras: os contos de Mariana Enriquez em As coisas que perdemos no fogo. E o livro clássico que me encantou, O exorcista, de William Peter Blatty, que de tão envolvente que é a leitura já adianto que vale a pena comprar e atravessar outubro lendo essa obra.

Mas vamos ver se mais alguma coisa pode aparecer.

Se alguém ler ou assistir alguma coisa indicada por aqui, vai comentando!

Além disso, troquei a imagem de capa do blog. Substituí as lanternas japonesas pelo quadro Halloween, de 1911, feito por William Stewart MacGeorge, uma feliz descoberta dessa semana. O blog ficou mais sombrio, mas a palavra sempre estará acesa no caos, principalmente se for para aproximar os leitores numa fogueira e contar histórias de terror.

Marina Franconeti Ver tudo

Escritora e Mestre em Filosofia na USP, na área de Estética, com a pesquisa Confrontos do olhar: a pintura e a figuração feminina por Édouard Manet. Ama pintar aquarelas, descobrir a magia nas tintas e na prosa do mundo.

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